Transcrição de gravações
Envia-nos uma gravação e devolvemos o que foi dito, por escrito, na língua em que foi falado. Texto, legendas, ou os tempos em bruto para as suas próprias ferramentas.
- Quinze línguas
- Paga-se a fala, não o silêncio
- Sem mensalidade
Para quem é
Qualquer pessoa com uma gravação e nenhuma vontade de a escrever. Uma sessão de câmara que tem de virar ata. Uma homilia que vai para o site da paróquia. Entrevistas de que alguém tem de citar com exatidão. Aulas que os alunos querem pesquisar em vez de rever inteiras.
Como funciona
- 1
Carrega o ficheiro. Qualquer formato normal — wav, mp3, m4a, ogg — e vídeo também: o som tiramos nós.
- 2
Antes de mais procuramos onde há voz e dizemos-lhe quantos minutos são e quanto vai custar. Sabe o preço antes de entrar na fila.
- 3
Corre quando nenhuma sala em direto precisa da placa, para que uma gravação nunca atrase o ato de ninguém.
- 4
Avisamos por e-mail quando estiver, e o resultado espera na sua conta.
O que leva
- O texto completo, na língua em que se falou.
- Legendas em SRT e VTT, com os seus tempos.
- As intervenções em bruto em JSON, com início e fim, para alimentar outra coisa.
- Só a voz: silêncios, aplausos e tempo morto não estão lá nem se cobram.
- O ficheiro que enviou é apagado assim que o trabalho termina.
- O resultado fica quinze dias na sua conta.
Onde está o limite: quatro horas de áudio, uma hora de vídeo, e 800 MB por gravação, três trabalhos de cada vez. Uma sessão mais longa envia-se em vários pedaços. Uma gravação demora cerca de um décimo do que dura — uma hora de áudio são uns seis minutos de espera, com a máquina livre.
Quanto custa
2 € por hora de áudio
Fala, não duração. Uma reunião de duas horas em que se falou cinquenta minutos custa cinquenta minutos, não duas horas.
Ver preçosPerguntas
- Que precisão devo esperar?
- Depende quase por completo da gravação. Um microfone de lapela numa sala silenciosa transcreve-se quase na perfeição; um telemóvel em cima de uma mesa num salão com eco perde palavras, e isso não há motor que arranje depois.
- Põe pontuação?
- Sim — pontos, vírgulas e maiúsculas. Está escrito para ser lido, não é um muro em minúsculas.
- Posso enviar vídeo?
- Sim. mp4, mov, mkv, avi e webm. Tiramos-lhe o áudio e trabalhamos sobre isso; o vídeo não fica guardado.
- Usam a minha gravação para treinar alguma coisa?
- Não. É apagada quando o trabalho termina, e dela não fica nada além da transcrição, que está na sua conta.
- E se o áudio tiver mais do que uma língua?
- O motor deteta o que está a ser falado. Se as pessoas mudarem de língua a meio, diga-nos: esse caso convém experimentar com o seu próprio áudio antes de confiar nele.
O resto do que se faz sobre um ficheiro
O mesmo ficheiro, o mesmo motor e a mesma bolsa de créditos. Quase ninguém precisa só de uma destas coisas: quem transcreve uma sessão acaba a querer saber quem falou.
As palavras que só se usam na sua casa
Os nomes próprios de uma organização — pessoas, ruas, referências, cargos — são precisamente o que um modelo geral nunca ouviu, e onde falha: troca-os por uma palavra corrente que soa parecido. Escrevem-se uma vez e deixam de falhar. Escrevem-se no trabalho e valem para aquela gravação.
- É uma lista, não um treino: escreve-se e funciona desde a primeira frase.
- Não recolhe nada. Nem o seu áudio, nem o seu texto, nem um segundo de nada.
- E vai incluído. Não é um plano a mais nem uma linha de fatura.
Experimente com a sua pior gravação
Não com a boa. Com a do eco e das tosses, porque é essa que lhe diz se isto lhe serve.
Começar